OS SETE PILARES DA SABEDORIA:

Inteligência, Conhecimento, Paciência, Prudência, Justiça, Honestidade e Coragem

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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A SAGA CONTINUA

Tenho andado afastado do Blogue, talvez por falta de motivação, mais certo por preguiça. Também em meu abono, se deve saber que tive de férias, e isto de estar de férias, para além de dar muito trabalho, também cansa muito.

Por outro lado, desligamo-nos um pouco (pelo menos tentamos fazê-lo), para nos convencermos que vamos regressar de espírito renovado. Qual quê!! Habitualmente chegamos ainda mais cansados, com aquela aborrecida sensação de que agora é que deviam começar as férias.

Quando este blogue surgiu, havia uma figura política que me tirava do sério, que era o nosso 1º. Depois deste tempo, e face à sua vitória por desistência minha, deixei de ligar importância aos insultos, com que ele me continua a brindar, e penso virar os meus tiros para outras direcções, conforme as minhas próprias conveniências (o blogue é meu, não é?), e vou aprender a consultar outros blogues, a segui-los, para ver se aprendo mais qualquer coisinha.

Não sei se António Barreto tem algum Blogue, pois se tiver, vou lá cuscar qualquer coisa de certeza.

Outra coisa que pretendo é aprender a comentar notícias nos jornais "on-line", utilizando o Tasueste como nome de guerra.

Pois a guerra continua, aproximando-se a passos largos o 2º set do game eleitoral deste ano, cujo resultado se espera venha a empatar o match, pois o PSD está a ganhar por 1-0.

Isto quer dizer que eu prevejo uma vitoria Socretina nas legislativas, face às cretinices que se passam no PSD, desde o afastamento do Passos Coelho (que até outras eleições partidárias, representa pouco menos que um terço do PSD), à inclusão nas listas de fulanos que estão a contas com a Justiça - provavelmente calculando que face à lentidão dos soberanos Tribunais, só se saberá se são culpados ou não, lá para o fim da próxima legislatura - ao brilhante discurso de Marques Mendes na Universidade dos psdês, que logo no dia seguinte, nessa mesma Universidade, veio o menino bonito da tia Manuela, em defesa da tia-dama, só porque foi eleito para o P E, tentar contrariar as ideias expressas no dia anterior, afirmando que negar a alguém o acesso à política, só porque é arguido num processo que inclui suspeita de falsificação de documentos, repito, falsificação de documentos, é injusto e não se justifica, face àquela coisa da presunção da inocência e tal e deixa... e tão bom és tu como és tu, vê lá tu!

Eu, tive que apresentar um Certificado de Registo Criminal limpinho, para arranjar emprego. Para a política não é preciso! E depois lá aparecem as notícias, das fraudes, dos sobrinhos suíços, das Felgueiras brasileiras, etc., etc.

Ou seja, O PS vai empatar 1-1.

MUITO SEI EU!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

É FEIO DIZER MENTIRAS

Sinceramente, já não dá para mais!
Acho que o nosso 1º ganhou! Já não tenho mais paciência para falar do homem.
Eu considero-me uma pessoa descarada - até bastante descarada - mas coitadinho de mim ao pé de tal exemplar.

Referindo-se ao caso do convite ou não convite à Amaral Dias, o nosso 1º afirmou, embora dirigindo-se a outra "avis rara" o Sr Prof Louçã, mas generalizando a afirmação, que é muito feio usar a mentira para denegrir a imagem de um adversário político. Muito feio!

Mas é só para isto que é feio mentir! Para em plena A.R. afirmar que tinha salvo a Quimonda e afinal depois foi o folhetim que se seguiu, para isso não é feio.

Ir a uma escola entregar uns computadores para a reportagem apresentar e depois deixar os putos de mãos a abanar, não é feio nem é mentir - É estratégia.

Andar a fechar urgências hospitalares e anunciar que vai fazer auto-estradas por estas é que salvam vidas como se poderá classificar?

Mentir descaradamente com todos os dentes que tem na boca sobre a crise portuguesa ou em Portugal, não é mentir nem fica mal, pois não se pode fazer o discurso da Tanga porque esse, embora verdadeiro, não se devia fazer.

Em Campanha e não só, afirmar que o Tratado de Lisboa seria sujeito q referendo, e depois passar um atestado de burros e incompetentes aos portugueses pois seria melhor votar no Parlamento dado que a especificidade do documento não seria compreensível ao comum dos mortais, não foi mentir nem fez mal nenhum. A plebe não pode ser chamada a pronunciar-se sobre tudo. Ou O nosso lº é que não conseguia explicar aos portugueses no que se iam meter?

Passe bem Sr Sócrates,
Espero que o povo iletrado o dispense de tantos sacrifícios e assim o Sr, consiga acabar o tão malfadado curso.

MUITO SEI EU !!

domingo, 19 de julho de 2009

SE NÃO FOSSE ...

Este Governo, leia-se nosso 1º, tem falado dos seus êxitos (?), começando ou concluindo com o "...se não fosse..." termos feito isto, não seria agora possível fazer-se aquilo - Maquiavel no seu mais puro raciocínio. Relativamente à crise, então é demais: ..." Se não fosse termos reduzido o deficit, como seria violento para todos nós aguentar agora a crise que se abateu sobre o país Real" - e têm razão quando se referem ao país Real, pois isto mais parece uma monarquia que uma república. Veja-se o Ducado do Banco de Portugal - que "crise"! e o Baronato da Assembleia, que todo o mundo falta, e basta dizer : - Não pude vir porque tive uma dor- e pronto, falta justificada por palavra dada. Pois por incrível que possa parecer, a palavra é aceite como verdade entre eles! "Isto é que vai uma crise!" (onde é que eu já ouvi isto?) Seguindo as instituições monárquicas, temos também o Marquês de S.Bento, onde a crise é tão profunda, que nem renovou a frota automóvel, só a dos serviçais, teve de andar a vender computadores porta a porta (é verdade, quantos é que a Venezuela comprou?), e agora até já vende promessas para o próximo reinado - meus caros, ela toca a todos.

E ainda o vou ouvir dizer, relativamente à Gripe A - "Se não fosse a nossa política de Saúde, com o encerramento de hospitais, centros de saúde, maternidades, etc., onde é que agora íamos conseguir abrir novos para recolher e tratar devidamente as vitimas do H1N1?"

MUITO SEI EU!!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

A "ARROGÂNCIOCRACIA"

De quando em vez, lá tenho razão.

Por várias vezes me tenho insurgido contra a prepotência evidenciada pelo nosso 1º animal feroz, interrogando-me, qual seria o efeito nos seus "paus-mandados" que, como todo e qualquer um destes espécimes, quer sempre ser pior que o mandante.- vá-se lá saber porquê!

Pois um dos resultados já está visto! Com todo o à vontade deste mundo, ciente que "aqui mando e desmando eu", o Lino (ex-ministro) insinuou, com um gesto de mímica, que um deputado do PC seria chifrudo?(vulgo corno), merecia levar uma marrada? (neste caso quem era o chifrudo?), outra qualquer insinuação, que os meus parcos conhecimentos de tal linguagem, não me permitem subentender?

Seja o que for, ou tenha lá sido, o certo é que só à face da democratura em que vivemos, grandemente cultivada por uma arrogância digna de qualquer cabo de esquadra alemão (leia-se nazi), se chegou a tanto.

E o que me pergunto agora, e sem possibilidade de obter qualquer resposta, é o seguinte:

- Se o nosso 1º animal feroz, tivesse ganho o acto eleitoral para as europeias, o Lino teria sido demitido? Ou seria mais uma vitima daqueles que nada querem fazer, e só sabem insultar aqueles que de tudo (nada) fazem?

MUITO SEI EU!

domingo, 14 de junho de 2009

SOBRE A CRUEZA DOS NUMEROS DO 1º ACTO


Este 1º acto eleitoral, trouxe alguns números que deviam fazer reflectir os senhores políticos, ou se calhar até fazem e eles é que não querem dizer, porque se calhar não convém.
Mas por acaso o Sr Presidente da República, já deixou escapar uma frase sobre o verdadeiro motivo de tanta preocupação, relativamente à abstenção.

Refiro-me apenas aos vencedores, a saber : PSD e BE

Vejamos em 1º lugar: - Votantes Inscritos : 9.606.648
Foram votar : 37% = 3.557.603
O PSD ganhou o acto com : 1.127.388 que se traduziu numa vitória com 31,69% dos votos. Nada mais enganador, pois tal número de votos é equivalente a 11,735% dos eleitores.
E cantam vitória: É RIDÍCULO!

O B E conseguiu ser o 3º partido mais votado, com 381.795 eleitores a acreditarem que dali sairá alguma coisa, representando este número 10,739% dos votantes, o que equivale a 3,974% dos eleitores inscritos.
E também cantam vitória: MUITO RIDÍCULO ( este nº é equivalente a 76% dos desempregados deste país)!

A abstenção a nível nacional rondou os 63%, mas teve nos Açores uma percentagem superior a 70%.

E acho que pela primeira vez DMA (depois de Mota Amaral), o PSD ganhou nos Açores. Aparentemente, têm sido contidos ao referirem-se a mais esta derrota do PS, o que acho bem, pois apenas 30% dos eleitores açorianos, quiseram manifestar o seu apego a um sistema eleitoral completamente estúpido.

Tão estúpido, que permite que cerca de 12% dos eleitores, possam decidir sobre os restantes 82%.

Por isso o Sr Presidente da República, afirmou (lá na Itália), que faltava alguma legitimidade a estes resultados eleitorais! Pois falta Sr Presidente! e também falta dizer isso no País. Se for necessário é fazer um desenho, para este povo entender, pois nem com as "novas oportunidades " lá vai.

E fazendo o balanço desta ronda, verifica-se :

Manuel Alegre : 1 / P S : 0
O poeta afirmou que ia esperar para ver se o P S sem ele conseguiria a maioria absoluta, não foi? - nesta ronda nem vitória simples, quanto mais classificada - a continuar assim na próxima ronda, lá veremos se nasce ou não um partido manuelino...

B E : 1 / P C : 0
Embora nem um nem outro queiram governar...

BPN : 1 / Freeport+Eurojust: 0

Vamos esperar pelo 2º set, que se realiza em Outubro.

MUITO SEI EU!







quinta-feira, 11 de junho de 2009

E CUMPRIU-SE O ACTO!

O eleitoral claro está.

Este ano vão jogar à melhor de 3.



E toda a malta deu palpite. Até o Presidente da Republica comentou o "acto".

Todos estão "preocupados" com a abstenção. Esta senhora incomoda todas as democracias do mundo, e mais incomoda quanto maior se apresenta. Qual o motivo de tanta preocupação : EU! (isto é , Zé Povinho)



O "voto" encontra-se em vias de extinção, a avaliar pelo resultado. E isto não pode ser, pois deste modo os políticos não se vêm legitimados nos seus poleiros. Até o P R , vem a terreiro, dizer que assim é o mesmo que baixar os braços e desistir.

Acho que me estão a enganar. O que não seria novidade! Tenho para mim que a abstenção não significa desistir, mas sim mostrar que o sistema não presta e é preciso mudar. Os políticos não podem mandar em quem confia neles, mas sim servir quem os elege. Os políticos, depois de eleitos, não podem deixar de representar os círculos eleitorais pelos quais foram eleitos, mas, outrossim, ser responsabilizados pelas promessas que fizeram. Agora que tanto está na moda a avaliação e os métodos da mesma, qual a avaliação anual a que estão sujeitos os membros desta classe? Só de 4 em 4 anos? E a memória do povo que é mais curta que comprida?

Ah assim não vale? Estão preocupados com o Zé, pois este está a começar a aprender a andar?

E eu sou o motivo de tanta preocupação politica, pois se começo a pensar pode ser mau e criar mal-entendidos, o que continua a ser mau.

MUITO SEI EU !

domingo, 31 de maio de 2009

E VISTO POR ESTE LADO??

Tenho cá andado a pensar, o que é mau, que este nosso sistema de democracia, deixa muito a desejar.
E não é por causa do chavão, que não sendo a democracia um sistema perfeito, é o mais justo.
Até pode ser. Mas não o nosso.

O meu ponto de vista é o seguinte:

O cidadão, também conhecido por povo, ouve (?) os candidatos, e vai às urnas (que raio de nome para o fim a que se destinam, ou não?), elegendo aquele que, em seu entender, poderá orientar os destinos da sua nação, da maneira mais aproximada à sua maneira de pensar.
Entretanto, já tinha pago através dos impostos, que como a palavra indica também são uma impostura, o custo de tal acto, e deixa bem claro, que continuará com as suas contribuições, a garantir o pagamento do salário aos escolhidos, bem como o capital necessário a todas as despesas de gestão e à gestão, passando-lhe a procuração que permite, em seu nome, contrair os empréstimos que entenda necessários, para fazer face a tudo e frente a todos.

O candidato, assim que é eleito, assume com naturalidade a sua "ordenação", que é o mesmo que dizer, que de imediato passa a mandar em quem lhe paga.

Posto isto, posso afirmar:

Eu, cidadão, escolho outrem para mandar em mim, para contrair compromissos por mim, para governar por mim e ainda pago para isso!

Fosse o meu país uma empresa Sociedade Anónima, eu accionista, escolho a comissão executiva para levar por avante os meus negócios, só que, no caso do candidato eleito, é este que manda em mim, e não eu que mando nele.

Resumindo:

A nossa democracia, é uma empresa na qual o trabalhador (governo) manda no patrão (povo)!

Assim, visto por este lado, já se entendem muitas atitudes por parte de quem «manda».

MUITO SEI EU!